sábado, janeiro 13, 2007
Grandes Reformistas (V)
O 3o Conde de Castelo Melhor (1636-1720), Luis de Vasconcelos e Sousa, militar e político, nunca saberemos qual o alcance do seu projecto de reformas para a corrupta e decadente corte portuguesa do final do séc. XVII. Se era um mero arribista ou um verdadeiro reformador é um incógnita, mas que incomodou muito os interesses instalados não há dúvida. Um golpe de estado, intriga de alcova e a usurpação do trono foram as soluções encontradas pelo establishment para minimizar as mudanças em curso. Emigrou para Londres onde era mais apreciado.Etiquetas: reformistas
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Grandes Reformistas (IV)

O Conde-Duque de Olivares (1587-1645), último grande reformista da corte filipina. Mal-amado e odiado pela história tanto portuguesa como castelhana, veria as suas reformas económicas e fiscais implementadas mais de cem anos após a sua morte, mas as suas reformas políticas sobre a viabilidade do Reino de Espanha são hoje o cerne da vida política actual. Incompreendido pelo establishment e abandonado pela monarquia por quem tanto fez, morreu só e difamado.
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quinta-feira, janeiro 04, 2007
Grandes Reformistas (III)
Rui Gomes da Silva (1516-1573), Duque de Pastrana e Principe de Éboli, português de gema, grande de Espanha e um dos homens mais influentes do governo de Filipe II de Espanha, casado com Ana de Mendoza y La Cerda. Foi o líder do partido «pacifista» da corte filipina quando era possível defender os centros de decisão nacional fora de Lisboa. Totalmente ignorado pelos seus compatriotas e pela história patrioteira.Etiquetas: reformistas
quarta-feira, janeiro 03, 2007
Grandes Reformistas (II)
Outro dos tais reformistas que teve um final menos feliz. O establishment estava demasiado instalado para permitir as grandes reformas que preconizava D. João II. Foi substituído pelo seu primo, um homem do establishment.Etiquetas: reformistas
segunda-feira, janeiro 01, 2007
Grandes Reformistas (I)
Dom Pedro, Duque de Coimbra (1392-1449), vilmente morto em Alfarrobeira às mãos do establishment. Era um estrangeirado, um homem da cultura das sete partidas... Vingaram os seus irmãos, o Duque de Bragança e o Infante D. Henrique, bons exemplos da mediocridade reinante, dos interesses instalados e da corrupção que lhes comprou os laudos e os rezos da História patrioteira.Etiquetas: reformistas
